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Política

RODIVALDO RIBEIRO 17/04/2020 15:25

Fávaro avalia que chegou ao Senado "por Deus" e garante defesa de MT durante crise da Covid-19

Empossado senador nesta sexta-feira (17) pela Mesa Diretora do Senado Federal, Carlos Fávaro (PSD) disse que chegou ao Congresso por providência divina, especialmente neste momento “tão especial que o Brasil e o mundo vive” por causa da pandemia de Covid-19 e prometendo trabalhar para que haja celeridade na execução do novo orçamento de guerra, cuja PEC está em análise na casa.

“Essa PEC vai dar oportunidade do governo federal passar mais recursos e garantir estabilidade financeira, arrecadação dos estados e municípios, que é onde a população de fato necessita da política pública. É um momento extremamente importante e vou me dedicar muito a todos os estados brasileiros, em especial Mato Grosso”, disse.

Ele elogiou as ações do governador Mauro Mendes (DEM) e sua força-tarefa reunida com representantes de todos os poderes e bem alinhada com a Assembleia Legislativa. Diz que não será diferente na bancada federal, da qual agora faz parte, coordenada pelo deputado federal Neri Geller (PSD).

“Todos os senadores, Wellington Fagundes, Jayme Campos e eu, que vou integrar agora essa força-tarefa, para que possamos diminuir os impactos para a população brasieira, quer seja em recursos da saúde, para salvar vidas, quer seja para a recuperação econômica, porque temos de trabalhar para a retomada dos empregos e investir em qualificação e oportunidades que são fundamentais nesse momento de dificuldade. Sei da responsabilidade, pelo período que ficar aqui no Senado, vou honrar a Deus e ao povo de Mato Grosso”, encerrou.

Fávaro assume a vaga da ex-juíza Selma Arruda (Podemos), cassada em dezembro passado por abuso de poder econômico e utilização de caixa dois durante a campanha que a elegeu como a senadora mais votada do Estado. Jayme Campos ficou em segundo lugar e Fávaro, em terceiro.

Uma eleição suplementar chegou a ser marcada para o dia 26 deste abril, mas a pandemia causada pela sétima cepa do coronavírus forçou as autoridades a adiar a eleição. Antes disso, uma representação feita pelo ex-vice-governador e seu partido foi aceita pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que determinou que ele deveria assumir a vaga até que novo senador fosse escolhido em novo pleito. Não há mais prazo para a realização dessa nova eleição.


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